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Remédios para emagrecer são confiáveis?

Remédios para emagrecer são confiáveis?
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Dieta, exercício físico e força de vontade são a fórmula ideal para perder peso. Porém, algumas pessoas têm mais dificuldade em atingir esse objetivo. Seja por genética, seja por questões hormonais, existem pacientes que precisam recorrer a outras técnicas, como os remédios para emagrecer. Será que essa alternativa é saudável?

Quando tomar remédio para emagrecer

O Brasil concentra 82 milhões de indivíduos acima do peso, segundo os dados mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS). Desses, 30 milhões são considerados obesos, pois possuem índice de massa corporal (IMC) acima de 30.

A OMS considera a obesidade uma epidemia mundial. E essa doença não atinge tanta gente à toa. Estudos apontam que, em muitos casos, há genes que favorecem o acúmulo de gordura corporal e a recuperação dos quilos perdidos.

Em outras palavras, nem todo mundo é gordo por preguiça de fazer dieta. O quadro clínico pode demandar medidas mais drásticas.

É aí que entram em cena os remédios para emagrecer, também chamados de inibidores de apetite. Essas drogas agem no organismo para aumentar a sensação de saciedade. Como o cérebro interpreta que a pessoa comeu o suficiente, ela passa mais tempo sem ingerir novos alimentos, o que leva à perda de peso.

Os fármacos são prescritos principalmente a quem enfrenta compulsões alimentares ou possui um grau mais alto de obesidade. Eles servem como ação complementar ao tratamento, ou seja, não substituem a reeducação alimentar nem a atividade física.

Apenas médicos têm autorização para receitar remédios para emagrecer. O uso indiscriminado desses produtos pode trazer complicações graves à saúde.

Riscos dos inibidores de apetite

Hoje a sibutramina é um dos remédios para emagrecer mais conhecidos. Apesar de autorizada pela Anvisa, a substância possui uma série de restrições, pois pode elevar a pressão arterial e os batimentos cardíacos. Desse modo, o uso é desaconselhado a idosos, crianças e pessoas com IMC inferior a 30.

Pacientes com hipertensão, doenças coronárias, colesterol alto, diabetes tipo 2 e transtornos psiquiátricos também devem evitar o medicamento. Além de problemas no coração, a sibutramina pode alterar o humor e a percepção da realidade do indivíduo. Relatos de tristeza, irritação e impaciência sem motivo são comuns.

Resumindo: se você está acima do peso, mas tem um quadro de saúde que exige cuidados, não deve tomar remédios para emagrecer. Existem alternativas ambulatoriais mais seguras e saudáveis para o seu caso. Quer saber quais são elas? Então siga de olho nas novidades do nosso blog. Até mais!

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Equipe Spatz

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